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Caso Master: TCU busca distensionar após suspender inspeção
Caso Master: TCU busca distensionar — A decisão do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), de suspender a inspeção no Banco Central (BC) ficará em análise do plenário da Corte, segundo explicou o presidente do tribunal, Vital do Rêgo.
O magistrado relatou que a medida pretende esfriar o clima de “estremecimento” entre a autoridade monetária, o órgão de controle e o mercado financeiro.
O que motivou a pausa na inspeção
Seis dias após autorizar a verificação sobre o chamado Caso Master, o TCU voltou atrás para evitar choques institucionais. Conversas de Vital do Rêgo com o presidente interino do BC, Gabriel Galípolo, e com o Ministério da Fazenda indicaram a necessidade de alinhar sigilos e prerrogativas de fiscalização.
Inspeções são frequentes entre o tribunal e agências reguladoras, mas o tema sensível provocou reação do mercado. Informações desencontradas elevaram a tensão, motivo pelo qual o presidente do TCU avaliou ser “hora de arrefecer”.
Entenda o Caso Master e possíveis impactos
O procedimento envolve a Master Asset, gestora investigada por supostas irregularidades em fundos exclusivos. O questionamento central é se o BC adotou todas as medidas de supervisão necessárias.
Segundo dados públicos do Banco Central do Brasil, o setor de fundos somava mais de R$ 8 trilhões em patrimônio líquido em 2023. Qualquer incerteza regulatória pode aumentar a volatilidade e o custo de captação para gestores e investidores.

Vital do Rêgo retornará a Brasília na próxima segunda-feira (12) e deve se reunir com Galípolo para construir “uniformização de condutas”. Ele negou erro na abertura do processo, lembrando que o pedido partiu do Ministério Público junto ao TCU.
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Crédito da imagem: Divulgação
