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Venda de veículos novos avança 2% em 2025, diz Fenabrave
Venda de veículos novos cresce 2% em 2025 frente à meta traçada pelo setor, de acordo com balanço divulgado em 13 de janeiro pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
O país emplacou 2.689.179 unidades entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O volume representa ainda acréscimo de 16,59% sobre 2023, quando foram vendidos cerca de 2,3 milhões de modelos zero quilômetro.
Balanço anual aponta retomada do mercado
Com a leve superação da projeção, o mercado automotivo mantém trajetória de recuperação após os impactos da pandemia e da escassez global de semicondutores. Para a Fenabrave, a liberação de crédito e o recuo dos juros básicos contribuíram para destravar a demanda.
Dados do Banco Central do Brasil mostram que o estoque de financiamentos para aquisição de veículos cresceu 8,4% no acumulado de 2024 — tendência que se manteve no primeiro semestre de 2025, favorecendo a decisão de compra de pessoas físicas e frotistas.
Fatores que impulsionaram as vendas
Além das condições de crédito, programas de incentivo federal, como descontos para modelos populares com menor emissão de CO₂, exerceram papel relevante.
Outro ponto citado pela Fenabrave foi a recuperação do mercado de caminhões, impulsionada pelo agronegócio e pela renovação de frotas de transporte urbano. Esse segmento apresentou avanço de 11,3% no ano.
Já o setor de ônibus registrou expansão de 9,7%, reflexo da retomada de eventos presenciais e do turismo rodoviário. Entre os automóveis de passeio, os utilitários esportivos (SUVs) responderam por quase 50% dos licenciamentos.

Mesmo com o resultado positivo, a entidade reforça que a volatilidade cambial e possíveis cortes na produção, caso a demanda esfriasse, são pontos de atenção para 2026.
No fechamento do ano, a Fenabrave planeja divulgar um novo estudo com as estimativas atualizadas de crescimento, considerando potenciais mudanças na política de incentivos e no cenário macroeconômico.
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Crédito da imagem: Divulgação / Reuters
