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Ex-amigos de Elke rebatem versão polêmica sobre seus últimos dias
Rio de Janeiro – Amigos próximos de Elke Maravilha rebateram, nesta semana, a declaração de um jornalista que afirmou que a artista passou o fim da vida “sozinha e sem amparo financeiro”. Segundo o grupo, a modelo e apresentadora recebeu visitas frequentes e auxílio médico particular até o internamento que antecedeu sua morte, em agosto de 2016.
- Em resumo: Pessoas próximas dizem que Elke teve apoio constante e acusam o jornalista de “sensacionalismo”.
O que disse o jornalista e por que gerou indignação
Em podcast publicado recentemente, o comunicador relatou que a artista teria vendido pertences pessoais para custear despesas e que “nenhum amigo apareceu” em seus últimos dias. A fala viralizou nas redes e provocou reação imediata de fãs. Dados do Ministério da Cultura mostram que, só em 2023, 61 artistas veteranos solicitaram ajuda a programas federais, o que reforça o debate sobre assistência a personalidades do entretenimento.
Contrariando o relato, a produtora cultural Adriana Araújo — responsável por administrar a agenda de Elke nos anos finais — disse que a apresentadora “tinha poupança, plano de saúde e nunca deixou de receber visitas”.
“A Elke lotava o quarto de hospital de flores e amigos. Dizer que ela faleceu abandonada é desrespeitoso”, disse Adriana.
Legado e controvérsia: por que a memória de Elke importa
Ícone do movimento tropicalista, Elke participou de mais de 30 filmes e foi jurada do “Show de Calouros” por 17 anos. O Instituto Memória Musical Brasileira contabiliza oito prêmios nacionais recebidos pela artista, incluindo quatro Troféus Imprensa. Especialistas apontam que disputas sobre o fim da vida de figuras públicas costumam afetar processos de salvaguarda patrimonial e de direitos autorais.

Para o advogado Márcio Fonseca, que assessora a família desde 2016, “notícias distorcidas podem interferir na comercialização de imagens de arquivo e até em futuras biografias oficialmente licenciadas”. Ele sinaliza possível ação judicial por dano moral caso a versão “sem provas” continue sendo propagada.
O que você acha? Quem deve responder quando a memória de um artista é contestada? Para mais conteúdos sobre cultura pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
