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PicPay mira US$ 434,3 mi em IPO na Nasdaq e reacende mercado
São Paulo – O banco digital PicPay confirmou nesta terça-feira (20) que pretende arrecadar até US$ 434,3 milhões ao vender 22,9 milhões de ações na Nasdaq, a preços entre US$ 16 e US$ 19 cada – operação que pode reposicionar o apetite de investidores por ofertas de tecnologia latino-americana.
- Em resumo: listagem busca captar US$ 434,3 mi e marca a segunda tentativa da fintech de abrir capital nos EUA.
Quem aposta dinheiro e por quê
A oferta será liderada pela gestora Bicycle Capital, que manifestou interesse inicial em comprar US$ 75 milhões em papéis. Embora não seja compromisso firme, esse sinal positiva a demanda em um ciclo de IPOs ainda volátil. Entre os coordenadores estão Citigroup, BofA Securities e RBC Capital Markets.
Dados da Febraban indicam que o número de contas em bancos digitais no Brasil passou de 250 milhões em 2025, evidenciando o espaço que players como o PicPay buscam fora do país.
O PicPay registrou lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses até setembro de 2025, avanço de 82% em relação ao ano anterior.
Contexto: segunda chance após 2021 e o fôlego dos IPOs
A empresa, controlada pela J&F Investimentos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, desistiu de abrir capital em 2021 por causa das condições de mercado. Agora, volta à carga em um ambiente que retomou ritmo no ano passado, mas ainda sente os impactos do tarifaço do governo Trump e de shutdowns prolongados.

Se a precificação sair no topo da faixa, o PicPay será listada com o ticker “PICS” e poderá usar os recursos para acelerar crédito, marketplace e serviços de investimento. Analistas veem o movimento como termômetro para ofertas aguardadas de Revolut, Kraken e PayPay ao longo de 2026.
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Crédito da imagem: Divulgação / Rogério Cassimiro
