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Sony chama Blake Lively de ‘estupidez épica’ em e-mails vazados
Los Angeles (EUA) – Documentos internos da Sony Pictures recuperados no megavazamento de 2014 voltaram a circular e expõem executivos classificando Blake Lively como “estupidez épica” e apostando no fim da carreira da atriz, conhecida pelo sucesso de “Gossip Girl”.
- Em resumo: líderes do estúdio duvidaram publicamente da relevância futura de Lively após trocas de e-mails hoje disponíveis na internet.
A origem da polêmica: o hack de 2014
Os e-mails fazem parte do ataque cibernético atribuído ao grupo Guardians of Peace, que derrubou servidores da Sony e expôs milhares de mensagens confidenciais. Na época, o FBI classificou a ofensiva como “uma das maiores intrusões corporativas já registradas”. Órgãos brasileiros, como a Polícia Civil do Ceará, vêm reforçando que crimes digitais podem render até cinco anos de prisão.
Nas conversas, executivos comentam que Lively seria incapaz de sustentar projetos “blockbusters” e que sua presença em futuras produções significaria “risco de prejuízo”.
“Se insistirmos nela, vamos selar nosso fracasso. É estupidez épica”, escreveu um dos diretores de marketing em troca datada de 27 de novembro de 2014.
Carreira depois do ataque: previsões erradas
Apesar do descrédito interno, Blake Lively estrelou filmes como “Águas Rasas” (2016) e “Um Pequeno Favor” (2018), que somaram, juntos, mais de US$ 250 milhões em bilheteria mundial, segundo dados da Box Office Mojo. O desempenho contraria as projeções catastróficas registradas nos e-mails.

Além disso, a atriz passou a integrar campanhas de moda de alto valor e fundou sua própria empresa de bebidas, consolidando presença fora das telas – movimento que especialistas em branding apontam como estratégia para driblar volatilidade de Hollywood.
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Crédito da imagem: Divulgação
