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Lágrimas e hits: Ana Carolina reacende chama aos 25 anos
Rio de Janeiro (RJ) – A cantora Ana Carolina transformou o Vivo Rio em um coro coletivo de emoção na noite de 24 de janeiro, quando o show “25 Anas” celebrou, na prática, 27 anos de carreira fonográfica recheada de faixas que marcaram gerações.
- Em resumo: Ovacionada, a artista chorou após “Quem de nós dois” e confirmou que a paixão do público continua inabalável.
Choro após o maior hit reacende coro apaixonado
O momento mais intenso veio com “Quem de nós dois” (2001). A plateia em peso cantou cada verso e, ao final, a cantora não conteve as lágrimas. O gesto emocionou principalmente fãs que acompanham a mineira desde o álbum de estreia, em 1999.
Além do single blockbuster, Ana adicionou “É isso aí” (2005) ao roteiro desta etapa da turnê, dois acréscimos que, segundo ela, “não deixam ninguém parado”. O resultado foi uma apresentação mais fluida do que a estreia nacional da turnê em julho passado.
“Gostosa!!”, gritou uma voz anônima entre as mesas lotadas, lembrando que o relacionamento de Ana com o público continua visceral.
Por que o público ainda lota casas de show
Embora críticos apontem escolhas comerciais controversas desde 2005, a artista mantém relevância. Dados do Global Music Report da IFPI mostram que, em 2025, a música ao vivo no Brasil cresceu 25 %, percentual acima da média mundial. Na prática, isso explica por que turnês nostálgicas, como a de Ana, esgotam ingressos mesmo em meio à forte concorrência do streaming.
A generosidade autoral também pesa: hits cedidos a Preta Gil (“Sinais de fogo”) e Mart’nália (“Cabide”) reforçam a percepção de que Ana Carolina não economiza canções potentes, o que amplia o alcance do próprio repertório. No campo das inéditas, “Lésbica monossilábica” e “Canção de trás pra frente” seguem no setlist, enquanto o segundo volume do álbum “Ainda já” continua sem data oficial.

Entre baladas como “Nua” e a recente “Mãe”, a artista provou que ainda domina a dinâmica de ascender e acalmar a plateia, reacendendo a chama ofuscada na etapa “Fogueira em alto mar” (2019).
O que você acha? O legado de Ana Carolina depende mais de novos hits ou da força dos clássicos? Para mais notícias do mundo pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Rodrigo Goffredo
