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Petrobras adiciona 1,7 bi de barris e projeta reservas 12 anos
RIO DE JANEIRO – A Petrobras fechou 2025 com 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas provadas, 700 milhões a mais que no ano anterior. O reforço estende o horizonte de produção para 12,5 anos, mesmo após novo recorde de extração.
- Em resumo: índice de reposição chegou a 175%, puxado por Búzios, Tupi e campos emergentes em Sergipe-Alagoas.
Por que o salto de 6% nas reservas importa
A autonomia energética é peça-chave para a arrecadação de royalties, geração de empregos e segurança de abastecimento. De acordo com dados do IBGE, o setor de óleo e gás responde por mais de 12% do PIB industrial do país.
Com a adição de 1,7 bilhão de boe, a estatal garante fluxo de caixa robusto num momento em que o preço internacional do barril oscila entre tensões geopolíticas e avanço da transição energética.
“Em 2025, a Petrobras seguiu a trajetória de adição significativa de reservas, mantendo o foco na geração de valor para a sociedade e acionistas”, ressaltou a companhia em fato relevante.
Campos do pré-sal lideram a expansão
O ganho veio principalmente do bom desempenho operacional em Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos. Juntos, esses campos superam 70% da produção total da empresa.
Projetos em águas profundas de Budião (Sergipe-Alagoas) e novos poços em Marlim Sul e Jubarte, na Bacia de Campos, também contribuíram. O Índice de Reposição de Reservas (IRR) de 175% mostra que, para cada barril extraído, quase dois foram repostos.

Para especialistas, o desempenho demonstra resiliência do pré-sal. O Brasil aparece hoje em 15º no ranking global de reservas provadas da BP Statistical Review, à frente de nações como Noruega e México.
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Crédito da imagem: Divulgação / g1
