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Batalhas épicas e vilão de Lázaro Ramos em ‘A Nobreza do Amor’
RIO DE JANEIRO/RJ – Marcada para 16 de março, a superprodução das 18h “A Nobreza do Amor” aposta em cenários grandiosos, batalhas coreografadas e na estreia de Lázaro Ramos como vilão para sacudir o tradicional horário de novelas de época da TV Globo.
- Em resumo: princesa africana foge para o Nordeste, enfrenta um golpista e une dois mundos em trama de amor e poder.
Entre espadas e engenhos: por dentro da trama
Ambientada nos anos 1920, a história liga o reino fictício de Batanga à cidade interiorana de Barro Preto, no Rio Grande do Norte. Após o golpe que depõe seu pai, Alika (Duda Santos) desembarca no Brasil em busca de abrigo e aliados. Do outro lado do oceano, Jendal (Lázaro Ramos) transforma a perseguição à princesa em peça-chave para legitimar seu domínio.
Dados da Kantar Ibope Media mostram que novelas das seis com temática histórica costumam elevar em até 15% a audiência nas primeiras semanas, indicando que o mix de romance e ação atinge em cheio o público familiar.
“É uma fábula afro-brasileira, mas ancorada em conflitos reais de identidade, poder e afeto”, define a autora Duca Rachid.
Por que a produção já é tratada como “evento”
Além de cerca de 250 figurinos inspirados em realeza centro-africana, a direção mobilizou gravações em nove cidades potiguares e na Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói, para recriar fortalezas e engenhos de açúcar. Técnicos de efeitos visuais, veteranos de filmes históricos, assinam cenas de batalhas com mais de 100 figurantes.

O elenco ainda traz Erika Januza como a rainha Niara e Ronald Sotto no papel de Tonho, trabalhador de engenho que se torna o improvável par romântico da princesa. A escolha reforça a crescente presença de atores negros em papéis centrais — tendência que avançou 27% nas novelas da Globo entre 2020 e 2023, segundo levantamento da ONG Alma Preta.
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Crédito da imagem: Divulgação / Globo
