- IA cearense com 99% de acerto leva estudante de 16 anos aos EUA
- Guimarães rejeita ministério de Lula e crava vaga ao Senado
- Depois de pressão de Cid, Laís Nunes crava permanência no PT
- Sob pressão de 2026, Cid crava Elmano único nome ao Abolição
- Poste derrubado e viatura danificada em perseguição no Montese
Tornozeleira de Oruam desligada desde 5/12/2025, diz Seap
RIO DE JANEIRO – A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que a tornozeleira eletrônica do rapper Oruam está sem sinal desde 5 de dezembro de 2025, com repetidas violações registradas e encaminhadas à juíza Tula Correa de Mello, responsável pela execução penal.
- Em resumo: dispositivo foi desligado e violado diversas vezes; Justiça analisa novas medidas.
Falha no monitoramento acende alerta
Relatórios internos obtidos pela Seap apontam que a última localização da tornozeleira foi captada na zona oeste da capital fluminense, antes do sinal ser totalmente perdido. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Rio de Janeiro é o segundo estado com maior número de monitorados eletronicamente no país, ultrapassando 15 mil pessoas.
Especialistas explicam que, quando o equipamento deixa de transmitir, o sistema classifica o caso como “violação grave” e aciona imediatamente o Judiciário. A juíza pode impor desde advertência até decretação de prisão preventiva.
“Todas as violações foram encaminhadas à magistrada competente para providências cabíveis”, confirmou a secretária Maria Rosa Nebel.
Consequências possíveis para o rapper
No Rio, a legislação estadual prevê que o descumprimento de condições impostas pela Justiça — como manter tornozeleira ativa — pode levar à perda de benefícios, inclusive regressão de regime. Em um precedente recente, 32% dos monitorados que romperam o lacre voltaram para unidades prisionais em até 72 horas, mostram dados da Seap de 2024.

Além da questão penal, há impacto financeiro: cada tornozeleira custa, em média, R$ 240 mensais aos cofres públicos, valor que sobe quando a empresa responsável precisa realizar trocas emergenciais após violação.
O que você acha? A Justiça deve determinar a prisão imediata de quem desliga o equipamento ou é preciso endurecer o sistema de monitoramento? Para acompanhar outras notícias de segurança, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
