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Geese lota shows, mas tem só 2,1 mi de ouvintes no Spotify
NOVA YORK, EUA – Celebrada como possível “salvação do rock” após dominar listas de melhores discos de 2025, a banda Geese vive a contradição de esgotar ingressos enquanto exibe números modestos nas plataformas de streaming.
- Em resumo: mesmo elogiada por Nick Cave e Patti Smith, a Geese tem 2,1 milhões de ouvintes mensais no Spotify, muito atrás dos gigantes do pop.
Do SNL aos palcos lotados: hype à prova de dados
A apresentação no Saturday Night Live coroou um ano de holofotes para os nova-iorquinos. “Getting Killed” encabeçou rankings de críticos, mas não recebeu indicações ao Grammy, repetindo omissões que já atingiram Led Zeppelin e Janis Joplin, segundo a Billboard.
Sem o “gramofone dourado”, o quinteto compensa na bilheteria: imagens mostram plateias fervorosas no Brooklyn e sessões esgotadas no Carnegie Hall, onde Cameron Winter se apresentou em formato voz e piano.
“Trinidad” abre o álbum com explosão sonora; é apontada como ponto alto do terceiro trabalho do grupo.
Fenômeno de nicho: por dentro dos números
Com 14 milhões de reproduções, “Au pays du Cocaïne” equivale a cerca de 9 mil cópias vendidas — cálculo feito a partir da métrica de 1.500 streams por álbum. Para comparar, Pearl Jam contabiliza 16,9 milhões de ouvintes mensais, enquanto Taylor Swift ultrapassa 100 milhões.

O contraste reforça que a Geese é queridinha do universo indie, não uma força cultural massiva. Ainda assim, o rock continua lucrativo nos palcos: a Pollstar estima receita global de US$ 6,3 bilhões em 2023, impulsionada por veteranos como Rolling Stones e Paul McCartney.
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Crédito da imagem: Divulgação / Sonic PR
