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Versões conflitantes marcam prisão relâmpago de Amanda Vasconcelos nos EUA
Orlando, Flórida (EUA) – Empresária, influenciadora digital e esposa do sertanejo Henrique, da dupla Henrique & Juliano, Amanda Vasconcelos voltou às manchetes após ser presa por um “crime grave” em território norte-americano e libertada poucas horas depois mediante pagamento de fiança. O caso, registrado recentemente pela polícia local, ganhou novos contornos porque os investigadores apontam contradições no depoimento da brasileira.
- Em resumo: prisão, fiança e versões opostas deram ao inquérito status de “alto risco” para possível reabertura judicial.
Entenda o que levou à detenção
De acordo com o boletim de ocorrência divulgado pelo Orange County Sheriff’s Office, Amanda foi conduzida à delegacia sob suspeita de participação em um ato classificado como felony de terceiro grau – categoria que, na Flórida, pode resultar em até cinco anos de reclusão e multa de até US$ 5 mil. Inicialmente, ela negou violência física, mas, ao ser confrontada com o relato da suposta vítima e imagens de segurança, teria apresentado uma nova versão.
Para especialistas criminais, a divergência nos depoimentos costuma pesar na avaliação do júri. Dados do Atlas da Violência 2023 mostram que 35% das ações penais envolvendo lesão corporal sofrem reviravoltas justamente por mudanças de narrativa dos acusados.
“O relatório aponta inconsistências no depoimento de Amanda Vasconcelos sobre a sequência dos fatos”, consta no documento policial.
Impacto no Brasil e possíveis desdobramentos
Embora tenha sido liberada, a empresária segue à disposição da Justiça norte-americana. Se a Promotoria avaliar que as contradições indicam tentativa de obstruir a investigação, o processo pode ser reativado. Juristas lembram que, pelo tratado de extradição Brasil-EUA, ela precisaria permanecer em solo americano até uma eventual sentença.

No âmbito da imagem pública, o caso atinge diretamente a marca de lifestyle administrada por Amanda. Especialistas em reputação afirmam que influenciadores envolvidos em processos criminais perdem, em média, 18% de contratos de publicidade nos seis meses seguintes ao episódio.
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Crédito da imagem: Divulgação
