Mil horas viram série: Mazin leva Baldur’s Gate à TV
LOS ANGELES, EUA – O roteirista Craig Mazin, cocriador das versões televisivas de “The Last of Us” e “Chernobyl”, confirmou que transformará o universo de “Baldur’s Gate 3” em série live-action, estendendo a história do RPG eleito Jogo do Ano de 2023.
- Em resumo: adaptação será continuação direta do game e manterá personagens já amados, somando novos heróis e vilões.
Por que a adaptação importa para os fãs?
O anúncio, feito ao site Deadline, mexe com uma comunidade que ultrapassa 10 milhões de jogadores, segundo estimativas de vendas globais. A série pretende captar a experiência de campanha de mesa típica de “Dungeons & Dragons” – cenário em que o RPG é ambientado – e levá-la a um público ainda maior.
Com a primeira temporada de “The Last of Us” registrando média de 32 milhões de espectadores por episódio, a expectativa do mercado é repetir essa fórmula de sucesso, agora expandindo a mitologia fantástica de Forgotten Realms.
“Depois de dedicar quase mil horas ao mundo incrível de ‘Baldur’s Gate 3’, é um sonho tornar realidade continuar a história”, declarou Mazin.
Continuidade além do jogo: o que esperar
Entre as poucas pistas já confirmadas está a permanência de personagens centrais, como o carismático Astarion, e de antagonistas icônicos da campanha original. A narrativa avançará pós-créditos do game, explorando consequências diretas da Guerra dos Mente-Flayers. Especialistas apontam que o formato seriado pode facilitar a adaptação de arcos de personagem complexos, algo que outros RPGs ainda não conseguiram reproduzir integralmente na TV.

A recepção a produções baseadas em “Dungeons & Dragons” tem melhorado: o filme “Honra Entre Rebeldes” arrecadou US$ 208 milhões em 2023, enquanto o manual oficial do jogo vendeu 50% mais exemplares na última década, de acordo com dados da Wizards of the Coast.
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Crédito da imagem: Divulgação
