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Marcelo Callado lança ‘Brado’ em 6 de março como grito
Rio de Janeiro (RJ) – Marcelo Callado lança em 6 de março o álbum “Brado”, gravado a partir de 2024 na cidade natal e produzido por Paulo Emmery, numa virada artística que o próprio descreve como “um grito de libertação do passado”. TRANSMISSÃO: Record | Band.
- Em resumo: “Brado” fecha a trilogia iniciada em 2020 e é o primeiro disco de Callado em que ele não assina a produção.
Entenda a dinâmica da produção
O disco saiu pela gravadora Nublu Records e tem capa assinada por Pedro Rocha. Paulo Emmery conduziu gravações, produção e mixagem; Callado abriu mão da função produtora para “ouvir mais do que falar”.
O álbum foi precedido pelos singles “Mariola” (2025), “Brado” (2025) e “Casca” (13 de janeiro de 2026). Para detalhes da discografia e do processo, veja a reportagem original.
“Dessa vez, eu queria ouvir mais do que falar” — Marcelo Callado sobre a decisão de não assinar a produção de “Brado”.
Contexto e impacto para a carreira
“Brado” é apresentado por Callado como o fechamento de uma trilogia iniciada com “Saída” (2020) e seguida por “Hiato” (2022), discos que, segundo ele, narram uma fase turbulenta e de inquietação amorosa.

O álbum reúne canções novas e regravações — incluindo parcerias e reinterpretações, como a adaptação de “Packing to leave” para “Entre as estrelas” — e traz participações de músicos como Megan Duus, Thomas Harres, Eduardo Manso, Antonio Dal Bó e Antonio Fischer Band.
Marcelo tem trajetória nacional iniciada há cerca de 20 anos, projetado como baterista da BandaCê (formada em 2006 por Caetano Veloso), uma ligação que o insere na tradição da MPB e amplia a visibilidade do lançamento (veja contexto sobre Caetano Veloso na Britannica).
O que você acha? Este formato de mudança artística — abrir mão do controle da produção — funciona para um disco de “libertação”? Para mais detalhes, acesse nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
