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Brasil, 2ª maior reserva de minerais, fecha acordo com Índia
Nova Délhi – Neste sábado (21 de fevereiro de 2026), o Brasil fechou com a Índia um acordo sobre minerais críticos e terras raras que amplia cadeias de suprimento para tecnologias como veículos elétricos, painéis solares e smartphones — e reforça o compromisso brasileiro de manter a América do Sul como zona de paz.
- Em resumo: Acordo assinado em Nova Délhi amplia cooperação estratégica em minerais e energias renováveis; Brasil detém as segundas maiores reservas globais desses recursos.
O que foi assinado e por que importa
Durante cerimônia ao lado do primeiro‑ministro Narendra Modi, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o entendimento que amplia a cooperação em minerais críticos, essenciais para a transição energética e para a indústria de alta tecnologia.
Para contextualizar a importância desses recursos, confira o relatório do USGS sobre minerais críticos, que detalha a demanda crescente por elementos usados em baterias e eletrônica.
“Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje”, afirmou Lula.
Contexto e impacto
O entendimento faz parte de uma agenda mais ampla entre os dois países: além do pacto mineral, Lula e Modi discutiram ampliar investimentos em energia renovável e fortalecer a parceria no Sul Global para evitar novas polarizações geopolíticas.

Em 2025, as trocas comerciais entre Brasil e Índia superaram US$ 15 bilhões; ambos os governos miram elevar esse volume para US$ 20 bilhões até 2030. A Índia busca reduzir dependência de fornecedores externos, enquanto o Brasil oferece reservas estratégicas e potencial de produção.
O que você acha? Esse acordo pode mudar a posição do Brasil nas cadeias globais de tecnologia? Para mais análises e atualizações, acesse nossa editoria Mundo.
Crédito da imagem: Divulgação / Reuters
