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Alckmin: aumento da alíquota dos EUA para 15% não nos prejudica
Aparecida do Norte (SP) – O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que a elevação da alíquota dos Estados Unidos de 10% para 15% não reduz a competitividade das empresas brasileiras, porque a tarifa é aplicada igualmente a todos os países. Ele fez a declaração durante a Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade 2026.
- Em resumo: Alckmin diz que tarifa uniforme de 15% é neutra para o Brasil e cita setores que ficaram com alíquota zerada, como combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas e aeronaves.
Entenda a dinâmica
Para Alckmin, a uniformidade da tarifa reduz o risco de perda de participação internacional por parte das empresas brasileiras. A afirmação ressalta que o efeito prático depende também de medidas não tarifárias e das negociações bilaterais.
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“Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias”, disse Alckmin.
Contexto e impacto
A declaração do ministro destaca dois pontos: a neutralidade formal de uma tarifa aplicada a todos os parceiros e a relevância de medidas além das tarifas — barreiras sanitárias, normas técnicas e acordos comerciais podem afetar efetivamente exportações e importações.
Alckmin citou setores específicos beneficiados pela isenção tarifária, o que sugere foco em cadeias produtivas sensíveis a custos e logística. A agenda de negociação citada, com a ida do presidente Lula aos EUA em março, será um espaço para debater essas barreiras não tarifárias.
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Crédito da imagem: Divulgação
