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Jorge Aragão, 77, ganha 3º tributo fonográfico em um ano
Rio de Janeiro (RJ) – Em 27 de fevereiro, o cantor Renan Oliveira lança o álbum ao vivo “Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão”, registro do show gravado em novembro na casa de samba Batuq, na Penha. O lançamento transforma-se no terceiro tributo fonográfico dedicado a Jorge Aragão dentro de um ano, um sinal claro de valorização renovada da obra do compositor carioca.
- Em resumo: Renan Oliveira tornou público um álbum ao vivo que se soma aos discos de Eliana Pittman e do Monobloco, consolidando uma onda de regravações a Aragão.
Entenda a dinâmica
O álbum de Renan tem 26 músicas em 12 faixas e percorre tanto sambas melancólicos quanto temas de festa, como os já consagrados “Mutirão de amor” e “Moleque atrevido”.
O percurso do disco — captado na Penha, zona norte do Rio — reforça a diversidade do cancioneiro de Jorge Aragão, que vai do tom lírico de “Identidade” ao clima carnavalesco explorado por coletivos como o Monobloco.
Para contextualizar a importância cultural do lançamento na cena local, veja dados do IBGE sobre o papel do Rio de Janeiro como polo cultural brasileiro.
“o álbum de ao vivo de Renan Oliveira já ser o terceiro tributo fonográfico a Jorge Aragão lançado no espaço de um ano.”
Contexto e impacto
Jorge Aragão, nascido em 1º de março de 1949, chega ao aniversário de 77 anos em um momento de redescoberta crítica e popular. Em 1976, Elza Soares gravou o inédito samba “Malandro”, marco inicial da projeção do compositor — história agora retomada por novas leituras.

Além do valor artístico, a sequência de tributos aponta para um movimento de curadoria e memória musical que pode ampliar o público das gerações mais jovens para o repertório do sambista.
O que você acha? Essas regravações renovam a obra de Jorge Aragão ou transformam o repertório em modismo passageiro? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Filipe Kennedy / Divulgação
