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Dólar sobe a R$ 5,1307 com risco de ataque dos EUA ao Irã
Brasília – O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta, cotado a R$ 5,1307 por volta das 9h05 (Brasília UTC-3), com a transmissão pela Record e o mercado em alerta diante da possibilidade de decisão militar dos Estados Unidos sobre o Irã após reunião prevista para o dia.
- Em resumo: Dólar avança 0,12% a R$ 5,1307 às 9h05; tensão geopolítica EUA-Irã puxa atenção, enquanto o petróleo recua.
Entenda a dinâmica que move o câmbio
O avanço do dólar reflete preocupação com notícias geopolíticas nos EUA: o presidente Donald Trump pode decidir sobre um possível ataque ao Irã após encontro agendado para esta quinta-feira, segundo o noticiário que movimenta os mercados.
Ao mesmo tempo, o petróleo recuava na manhã: o Brent caía 1,31%, a US$ 69,91 por barril, e o WTI registrava queda de 1,59%, a US$ 64,37 — variações que também pressionam expectativas de inflação e fluxos cambiais.
No Brasil, movimentos no mercado de câmbio são acompanhados pela autoridade monetária; para informações institucionais sobre atuação e comunicação do regulador, veja o site do Banco Central.
“Por volta das 9h05, a moeda americana subia 0,12%, cotada a R$ 5,1307.”
Contexto e impactos imediatos
Os investidores ainda monitoram dados dos EUA: o Departamento de Trabalho divulga, às 10h30 (de Brasília), os pedidos iniciais de seguro-desemprego até 21 de fevereiro — a semana anterior teve 206 mil pedidos e a expectativa era de 215 mil.

Além disso, eventos na agenda americana, como o depoimento da vice-presidente do Fed para supervisão Michelle Bowman ao Senado ao meio-dia, mantêm a volatilidade. Wall Street fechou em alta na quarta, com índices como S&P 500 e Nasdaq valorizando-se, enquanto bolsas globais mostraram recuperação em tecnologia.
No agregado, o dólar acumula na semana -0,99%, no mês -2,34% e no ano -6,63%; o Ibovespa registra +0,32% na semana, +5,39% no mês e +18,63% no ano — números que ilustram a sensibilidade do mercado a fatores externos e à comunicação de política econômica.
O que você acha? A tensão geopolítica deve manter o dólar volátil nas próximas sessões? Para mais análises, acesse nossa editoria de Finanças.
Crédito da imagem: Divulgação / AP
