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Tapete pet que some em 120 dias vira negócio de R$ 2 mi
Atibaia/SP – A simples frustração de ver quilos de plástico indo para o lixo transformou o gráfico Gustavo Ferreira em referência de sustentabilidade no mercado pet. Seu tapete higiênico de papel, biodegradável em 120 dias, já projeta faturamento de R$ 2 milhões para 2026.
- Em resumo: Produto ecológico custa até 15% menos que o modelo plástico e evita séculos de poluição.
Da inquietação ao laboratório caseiro
No primeiro teste, feito na madrugada ao lado da cadela Cindy, o papel reciclado impermeabilizado absorveu todo o xixi sem vazar. A cena bastou para acionar a linha de produção familiar.
Dez meses depois, a fábrica rural gira 200 mil unidades por mês. Dados do IBGE apontam que o Brasil tem mais de 60 milhões de cães, número que sustenta a escalada do negócio.
“Se eu conseguir tirar ao menos um tapete plástico de um aterro sanitário, já valeu todo o esforço”, resume o empreendedor.
Mercado bilionário e apelo ‘verde’
O mercado pet movimentou R$ 67 bilhões em 2025, segundo o Instituto Pet Brasil, e o bolso do tutor está cada vez mais aberto a soluções sustentáveis.
Enquanto um tapete plástico leva até 450 anos para se decompor, o modelo de papel vira adubo em cerca de quatro meses. A embalagem segue a mesma lógica: papel reciclado, menos volume na prateleira e mensagens educativas sobre descarte responsável.

A linha já ganhou versões para clínicas veterinárias, aves e pequenos roedores, ampliando o ticket médio sem perder o propósito ambiental.
O que você acha? Trocar plástico por papel em cuidados com pets é caminho sem volta? Para acompanhar outras inovações que impactam o seu bolso, visite nossa editoria de Finanças.
Crédito da imagem: Divulgação / PEGN
