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Paolla Oliveira chora e expõe índice alarmante de feminicídios
RIO DE JANEIRO – Durante um vídeo publicado neste 8 de março, a atriz Paolla Oliveira, 43 anos, interrompeu a mensagem sobre o Dia Internacional da Mulher para denunciar a escalada da violência de gênero no Brasil, chegando às lágrimas ao afirmar que os números “revoltam” e exigem ação imediata.
- Em resumo: Paolla parou o discurso festivo, chorou e citou o crescimento de feminicídios como sinal de urgência nacional.
Choro público e o recado além da celebração
Visivelmente abalada, a artista disse que não conseguia “comemorar” sabendo que, em média, uma mulher é morta a cada sete horas no País, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Paolla reforçou que o 8 de março “deveria ser sobre conquistas, mas virou alerta constante”.
O vídeo, gravado em casa, foi compartilhado nas redes sociais da atriz e ganhou milhares de comentários de apoio em poucos minutos. Celebridades e organizações de defesa dos direitos das mulheres replicaram a postagem para amplificar o apelo por políticas efetivas.
“Isso me revolta. Não tem como sorrir enquanto tantas mulheres perdem a vida todos os dias”, desabafou Paolla.
Números que justificam a urgência
Dados do Anuário de Segurança 2023 apontam 1.437 feminicídios registrados no Brasil no último ano, o maior patamar desde a criação da lei específica em 2015. O levantamento também mostra aumento de 6% nos registros de violência doméstica.

Especialistas explicam que a pandemia, o desemprego crescente e a lenta aplicação de medidas protetivas formaram ambiente propício para a escalada desses crimes. A Lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, prevê afastamento imediato do agressor, mas relatos de descumprimento ainda são frequentes.
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Crédito da imagem: Divulgação
