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Diabetes grave cala Marcelo Pretto, voz icônica do Barbatuques
São Paulo (SP) – Um dos timbres mais inventivos da percussão corporal brasileira, Marcelo Pretto morreu aos 58 anos em decorrência de complicações de um quadro severo de diabetes, deixando fãs e colegas em luto.
- Em resumo: Pretto estava internado desde 18 de fevereiro e teve a morte confirmada na madrugada de 8 de março pelo grupo Barbatuques.
“Do sussurro ao trovão”: a potência que se despede
Conhecido como “Mitsu” no meio artístico, Pretto integrou o Barbatuques a partir de 1999 e ajudou a projetar mundialmente a técnica de transformar o corpo em instrumento. Em paralelo, assinou álbuns como “A carne das canções” (2014) e “Boi” (2020), além de participar de estudos que relacionam saúde e performance vocal.
O artista pesquisava ritmos populares do Brasil, mesclando cantos de tradição oral com experimentações contemporâneas.
“Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música”, lamentou o Núcleo Barbatuques em nota oficial.
Diabetes em foco: alerta que vai além da música
Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes é responsável por cerca de 6,4% das mortes no país, número que cresce 61% desde 2010. A doença crônica exige controle rigoroso para evitar complicações, como as que vitimaram Pretto.

Especialistas lembram que artistas em turnê enfrentam rotinas irregulares, o que dificulta a manutenção de dieta e medicação. O caso reacende o debate sobre prevenção e acompanhamento médico no setor cultural.
O que você acha? O legado de Pretto impulsionará novos projetos de percussão corporal? Para mais histórias da cena musical, visite nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
