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PF mira quadrilha que saqueou caixas da Caixa em 3 cidades no Ceará
Mombaça/CE – Em mandados cumpridos recentemente, a Polícia Federal vasculhou endereços em Mombaça e na capital Fortaleza para rastrear criminosos que teriam violado caixas de autoatendimento da Caixa Econômica Federal em Russas, Horizonte e Limoeiro do Norte.
- Em resumo: Operação Saque Fantasma tenta identificar toda a rede envolvida nos furtos milionários aos terminais eletrônicos.
Como funcionava o “saque fantasma”
De acordo com os investigadores, o grupo agia de madrugada, desativava alarmes e, usando ferramentas de precisão, abria os cofres internos sem chamar atenção. A ofensiva desta semana recolheu HDs, celulares e documentação que podem indicar a participação de funcionários terceirizados ou informantes dentro das agências.
Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que, apesar da queda geral de ataques a bancos no país, o furto “limpo”, sem uso de explosivos, voltou a crescer em 2023 justamente pelo menor risco de flagrante.
“As diligências prosseguem para alcançar todos os envolvidos e quantificar o prejuízo”, destacou nota oficial da Polícia Federal.
Por que o Ceará entrou no radar federal
Além de ser rota logística, o estado reúne agências isoladas em rodovias, facilitando fuga rápida. Especialistas lembram que o crime enquadra-se no artigo 155 do Código Penal, com pena que pode chegar a 8 anos, aumentada se houver participação de organização criminosa.

O banco lesado, por sua vez, costuma acionar seguro e repassar custos a contratos de manutenção, o que impacta diretamente tarifas pagas pelo cliente. Para prevenir novos casos, agências no interior começaram a testar travas biométricas e sensores de vibração conectados à central de monitoramento em Fortaleza.
O que você acha? Medidas tecnológicas bastam para conter esse tipo de furto ou é preciso reforço policial constante? Para acompanhar outras ações de segurança, visite nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Polícia Federal
