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Streaming gera R$ 3,9 bi e coloca Brasil no top 8 mundial
Pró-Música Brasil – O mais recente relatório anual, referente a 2025, confirma que a indústria fonográfica nacional faturou R$ 3,958 bilhões e saltou para a 8ª posição no ranking global, impulsionada quase totalmente pelo streaming.
- Em resumo: Streaming responde por 87% do faturamento e acende alerta sobre fraudes sustentadas por inteligência artificial.
Por que o avanço preocupa gravadoras e artistas
Embora o crescimento de 14,1% garanta ao setor um desempenho acima da média mundial, a distribuição dos lucros continua sendo contestada. Dados do IBGE sobre a economia criativa mostram que música, cinema e artes somam cerca de 2,6% do PIB brasileiro, mas o retorno real para quem cria a obra ainda é considerado baixo.
A Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98) já prevê punições a quem explora obra alheia sem autorização, porém a velocidade da IA generativa pressiona por atualizações legislativas e monitoramento mais rígido das plataformas digitais.
“A IA generativa requer proteção adequada aos criadores. Agentes externos fraudam streams e desviam pagamentos para um black market”, alerta Paulo Rosa, presidente da Pró-Música Brasil.
Bloqueio histórico e impacto no “black market” do streaming
Em 2025, uma decisão judicial determinou o bloqueio da maior plataforma internacional dedicada à venda de likes, seguidores e execuções falsas. O movimento é visto pelas gravadoras como divisor de águas: ao derrubar a principal fonte de manipulação, a indústria espera reduzir perdas bilionárias e recuperar confiança nos relatórios de audiência.

No cenário global, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) apontou receita recorde de US$ 31,2 bilhões no mesmo período. O Brasil, agora no top 8, ganha peso nas negociações com Big Techs e reforça o debate sobre remuneração justa – tema que, segundo especialistas, pode influenciar futuras revisões contratuais e políticas de transparência das plataformas.
O que você acha? A expansão do streaming compensa os riscos da IA ou ainda falta equilíbrio para quem vive de música? Para mais análises do universo pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
