- Mutirão da UFC libera mil atendimentos e contraceptivo gratuito
- Gasolina dispara a R$ 6,99 em Fortaleza e no cartão passa de R$ 7
- São José: R$ 1,2 bi turbina tratores e merenda no Ceará
- Lula confirma Durigan na Fazenda e repassa Orçamento de R$5,5 tri
- Chuva inspira fiéis e idoso de 82 anos em corrida do padre no CE
Filhas no alvo do ódio: Bruna Biancardi reage e impõe limite
São Paulo (SP) – A influenciadora Bruna Biancardi quebrou o silêncio após ver crescerem, nos últimos dias, ataques virtuais contra Amanda Kimberlly, mãe de uma das filhas de Neymar Jr.. Em postagem nas redes, Biancardi denunciou que até suas duas meninas – Mavie, de 7 meses, e Sophia, de 9 anos – viraram alvo de discursos de ódio, e pediu que “não a envolvam” em polêmicas que nada têm a ver com ela.
- Em resumo: Biancardi cobra fim do hate, expõe xingamentos às filhas e se afasta de ataques dirigidos à nova mãe de filha de Neymar.
Por que os ataques escalaram?
Os comentários agressivos começaram depois que foi revelado que Amanda Kimberlly deu à luz Helena, terceira filha reconhecida de Neymar. Parte da audiência acusou Biancardi de “saudade de holofote” e passou a atacá-la nos perfis pessoais, incluindo fotos das crianças. A influenciadora classificou a prática como “cruel” e alertou para as consequências psicológicas em menores de idade, respaldando-se em estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que relaciona discurso de ódio online a risco de violência fora das telas.
Na mesma mensagem, ela reforçou que mantém relação cordial com Amanda, destacando que ambas compartilham o foco na criação das filhas. “Não me envolvam em assuntos que não dizem respeito a mim”, escreveu.
“Eu nunca atacaria uma mãe, muito menos permitiria que atacassem minhas filhas. Respeitem crianças!” – Bruna Biancardi.
Impacto jurídico e social do discurso de ódio
No Brasil, ofensas contra menores configuram crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena que pode chegar a quatro anos de reclusão. Especialistas em direito digital lembram que plataformas são obrigadas a remover conteúdo ofensivo assim que notificadas.

Segundo o Relatório 2023 do FBSP, 42% dos casos de violência contra mulheres tiveram origem em ameaças virtuais — um sinal de que o ambiente online pode transbordar para a vida real. O Ministério da Justiça mantém canal de denúncias anônimas pelo Disque 100 para episódios de intolerância.
O que você acha? O hate online deve ter punições mais severas? Para acompanhar outras notícias do mundo dos famosos, visite nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
