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Lama no Lollapalooza: botas caubói salvam fãs e viram moda
SÃO PAULO – O terreno encharcado do Autódromo de Interlagos, ainda marcado pela chuva de quinta-feira (19), transformou o primeiro dia do Lollapalooza 2026 em um verdadeiro teste de resistência fashion. Para enfrentar a lama sem abrir mão do estilo, o público aderiu em massa às botas caubói, item que virou uniforme extraoficial do festival e pauta obrigatória nas redes sociais.
- Em resumo: lama inesperada + influência western = explosão de botas caubói entre os fãs.
Por que o calçado virou item de sobrevivência
A sola rígida e o cano alto protegem pés e tornozelos do barro que se formou após os 25 mm de chuva registrados ontem, segundo dados do Inmet. A combinação de utilidade e estética encaixou-se na chamada “westerncore”, tendência que já vinha ganhando força no pop.
A estudante Clara Lívia Silva Azevedo, 18, resume a estratégia: “Para descer esse autódromo só de bota, ainda mais com lama”. Entre os looks, sobram recortes em couro, fivelas cromadas e chapéus, criando um cenário que mistura rodeio e megafestival de música.
“Ano passado eu vim de coturno e já foi difícil. Este ano, com bota, pelo menos ajuda”, disse a fã Gabriela Sarmento, 18.
Influência de Sabrina Carpenter e agenda plural de shows
Headliner da noite, Sabrina Carpenter reforçou o clima country com a fase “Short n’ Sweet”. Atrações que vão do rap de Doechii ao metal alternativo do Deftones completam o line-up, transmitido ao vivo pelo Globoplay a partir das 12h45 (horário de Brasília).

Para a consultora de moda Maria Augusta Bessa, o efeito é claro: “Quando o headliner adota um visual marcante, o público replica. Some-se a isso o clima chuvoso e temos a tempestade perfeita para a bota caubói”. Bessa lembra que o western já move um mercado bilionário nos Estados Unidos, e vê potencial semelhante em grandes eventos brasileiros.
O que você acha? A bota caubói deve continuar em alta nos próximos festivais? Para mais cobertura de cultura pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / João de Mari/g1
