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Dono do OnlyFans faturou US$1,4 bi antes de morrer em 2026
Londres – Leonid Radvinsky, bilionário ucraniano-americano que morreu em 23 de março de 2026, deixou o OnlyFans com receita de US$ 1,4 bilhão e um legado que obrigou redes rivais a reverem seus modelos de negócios.
- Em resumo: Em apenas seis anos, Radvinsky multiplicou a base de usuários em 29 vezes e fez do site referência em assinaturas diretas.
Dos fóruns adultos ao topo da Forbes
Nascido em Odessa e criado em Chicago, o empreendedor chegou ao mercado ainda no fim dos anos 1990, comandando sites eróticos de nicho. Ao comprar 75% do OnlyFans em 2018, usou essa bagagem para focar no conteúdo adulto remunerado — um segmento de US$ 33 bilhões ao ano, segundo dados do Banco Central sobre pagamentos on-line.
O salto veio com a pandemia de 2020: profissionais isolados em casa descobriram no site uma fonte imediata de renda, enquanto celebridades como Cardi B e Bella Thorne atraíram holofotes sem recorrer a nudez explícita.
Em 12 meses, a plataforma saltou de 13 milhões para 82 milhões de fãs, indica relatório enviado aos reguladores britânicos.
Efeito dominó: quando Instagram e X copiaram
Com comissão de 20% — metade do cobrado por alguns concorrentes — o modelo de assinaturas pressionou gigantes a reagir. Em 2021, o Instagram lançou “Conteúdo Exclusivo” e o X (antigo Twitter) estreou “Super Follows”, ambos inspirados no sucesso de Radvinsky.

Hoje, 377 milhões de contas de fãs pagam diretamente a 4,6 milhões de criadores no OnlyFans. O volume total movimentado em 2024 atingiu US$ 7,2 bilhões, dos quais 80% foram repassados aos produtores, consolidando a economia da paixão como nova corrente de renda digital.
O que você acha? A estratégia de Radvinsky foi visionária ou apenas oportunista? Para mais análises de mercado, acesse nossa editoria de Finanças.
Crédito da imagem: Divulgação / Reprodução LinkedIn
