Segurança assume culpa e livra Chappell Roan de caso com Jorginho
Instagram – Em 25 de março de 2026, o segurança Pascal Duvier publicou nota negando que a cantora Chappell Roan tivesse qualquer relação com a abordagem considerada agressiva à filha de 11 anos do jogador Jorginho, ocorrida em um hotel durante o café da manhã.
- Em resumo: Duvier diz que agiu sozinho e que suas ações não representam a artista.
Versões divergentes expõem bastidores do incidente
No comunicado, o profissional assumiu “total responsabilidade” pelo contato com a mãe da criança. Ele alegou que a decisão foi motivada por risco elevado de segurança no local, segundo parâmetros de proteção pessoal, e classificou como difamatórias as acusações que ligam o episódio à cantora.
Jorginho, por sua vez, relatou que a filha apenas passou pela mesa de Roan para confirmar a identidade da artista; mesmo assim, teria sido advertida de forma “extremamente agressiva” e chorou diante da ameaça de queixa ao hotel.
“Assumo total responsabilidade pelas interações ocorridas em 21 de março”, escreveu Pascal Duvier.
Contexto: fãs, celebridades e a linha tênue da segurança
Casos de abordagens consideradas excessivas em ambientes de lazer são frequentes. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023 mostram que 41% dos brasileiros evitam locais movimentados por medo de violência ou constrangimento, reflexo direto do aumento de reclamações contra agentes privados em hotéis e eventos.

Especialistas em direito do consumidor lembram que, mesmo em situações de risco potencial, a conduta de seguranças deve prezar pela moderação e proporcionalidade. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) também determina prioridade absoluta de proteção à integridade física e emocional de menores.
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Crédito da imagem: Divulgação
