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Governo eleva auxílio-alimentação para R$1.192 e injeta R$283 mi
Brasília/DF – O Ministério da Gestão anunciou, nesta quinta-feira (26), o maior reajuste nos benefícios dos servidores federais desde 2016, com impacto direto na folha de abril e pagamento em maio.
- Em resumo: Auxílio-alimentação sobe para R$ 1.192; creche vai a R$ 526,34 e saúde suplementar, a R$ 213,78.
Por que o reajuste saiu agora?
O aumento cumpre a segunda etapa do acordo firmado com entidades de classe em 2025 e já estava reservado na Lei Orçamentária de 2026. O governo defende que a correção recompõe parte da inflação registrada pelo IPCA do IBGE, que acumulou 18,3% desde o último reajuste robusto, em 2017.
De acordo com o Ministério da Gestão, cerca de 1,1 milhão de servidores ativos, aposentados e pensionistas serão beneficiados, incluindo civis das carreiras típicas de Estado e militares inativos que recebem assistência à saúde.
“Desde 2023, estamos recompondo gradualmente o poder de compra do funcionalismo, mantendo o equilíbrio fiscal”, destacou a nota oficial da pasta.
Quanto entra no bolso de cada servidor
Na prática, quem trabalha 22 dias úteis por mês terá R$ 374 a mais por ano apenas com o novo auxílio-alimentação. Já pais e mães com filhos de até seis anos receberão pouco mais de R$ 200 extras anuais na assistência pré-escolar, valor que costuma cobrir metade da mensalidade média de creches particulares em capitais.

O reforço de R$ 283 milhões — equivalente a 0,03% do gasto federal projetado com pessoal em 2026 — foi considerado “neutro” pelo Tesouro, já que estava previsto no teto de despesas.
O que você acha? A correção é suficiente para repor a inflação ou deveria ser maior? Para mais análises sobre contas públicas, acesse nossa editoria de Finanças.
Crédito da imagem: Divulgação / Agência Senado
