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Mercosul fecha pacto bilionário com Canadá em tempo recorde
Brasília/DF – Uma nova rodada de conversas marcada para abril, na capital federal, coloca o Mercosul e o Canadá a poucos passos de um acordo de livre comércio que pode ser assinado ainda em 2026 — ou antes, segundo negociadores.
- Em resumo: Diplomatas preveem assinatura do tratado já neste ano, destravando um mercado estimado em bilhões para ambos os blocos.
Negociações aceleradas — entenda o que falta
Fontes de Brasil, Argentina e Canadá relatam “velocidade recorde” nas tratativas, interrompidas desde 2021. O ministro canadense Maninder Sidhu se encontrará com seu par brasileiro à margem da OMC em 28 de março, etapa vista como decisiva. Enquanto isso, o primeiro-ministro Mark Carney deve visitar o Brasil no próximo trimestre para manter o ímpeto político.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Canadá já figura entre os 15 maiores parceiros comerciais do Brasil, especialmente em produtos de alto teor mineral.
“As negociações avançam com ímpeto, e estamos encorajados pelo progresso alcançado. O Canadá busca um acordo ambicioso que crie oportunidades reais para empresas, trabalhadores e investidores”, declarou porta-voz do Ministério do Comércio canadense.
O que cada lado ganha com a parceria
Para o bloco sul-americano, maior exportador global de carne bovina e soja, o tratado abrirá portas em um mercado desenvolvido e receptor de investimentos de alta tecnologia. Já Ottawa busca diversificar parceiros após tensões tarifárias com os Estados Unidos, principal destino de 80% de suas vendas externas.

Autoridades de Ontário já visitaram Argentina e Uruguai para mapear projetos nas áreas de tecnologia e mineração, setores considerados estratégicos pelos canadenses. Do ponto de vista do Mercosul, o acesso ampliado pode replicar o recente acordo firmado com a União Europeia, válido provisoriamente a partir de maio.
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Crédito da imagem: Divulgação / Sedecti
