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Após 17h, Senado enterra relatório da CPMI do INSS por 19 a 12
Brasília-DF – Numa sessão de 17 horas que varou a madrugada, parlamentares rejeitaram o relatório final da CPMI do INSS, apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL), por 19 votos a 12, abrindo a necessidade de um novo parecer.
- Em resumo: Placar de 19 a 12 derruba texto que investigava supostas fraudes e atrasos no INSS.
Por que o parecer caiu
Integrantes da comissão afirmam que o documento não apontava responsabilidades claras nem trazia recomendações efetivas ao governo. Dados do próprio Senado Federal mostram que, desde 2019, apenas 37% dos relatórios de CPIs viram projetos de lei ou denúncias formais.
Nos bastidores, partidos de oposição acusaram o relator de blindar gestores do Executivo, enquanto governistas disseram que o texto virara palanque eleitoral.
“Durou 17 horas a reunião para leitura e votação do relatório final da CPMI do INSS”, registrou a Secretaria da Comissão.
Impacto para os segurados do INSS
O impasse ocorre em meio a uma fila de 1,7 milhão de pedidos de benefícios pendentes, segundo boletim mais recente do Ministério da Previdência. Sem um relatório consensual, recomendações para acelerar perícias e digitalizar processos ficam em suspenso.

Especialistas lembram que, em 2023, o tempo médio de análise ultrapassou 90 dias, o dobro do limite legal de 45. Caso o novo texto não avance até o fim de março, a CPMI perde validade e as investigações arquivam-se automaticamente.
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Crédito da imagem: Divulgação
