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Prêmio de R$ 1,5 mi faz Tietê virar ‘Meca’ dos três tambores
Tietê (SP) – A largada da temporada 2026 de provas de três tambores reuniu milhares de cavaleiros no Haras Rafaela e colocou a cidade no radar nacional do esporte equestre, impulsionando negócios que já superam os R$ 18 milhões previstos para este ano.
- Em resumo: só a etapa de abertura distribuiu R$ 1,5 milhão em prêmios e movimentou 1,5 mil cavalos.
O que move atletas de todo o país
Com 28 categorias que começam em crianças de quatro anos, a disputa exige percorrer um trajeto triangular no menor tempo possível. A velocidade impressiona, mas é a precisão que decide o ranking. Segundo dados do IBGE, o Brasil mantém um rebanho equino de quase 6 milhões de cabeças, base que sustenta a profissionalização de competições do gênero.
Além do prêmio de R$ 15 mil para campeões de categoria, a temporada prevê de duas a três etapas mensais em Tietê, atraindo competidores de estados como Acre, Mato Grosso e Goiás.
“Realizada no Haras Rafaela, a competição reúne mais de 7,5 mil participantes e cerca de 1,5 mil cavalos.”
Por que o evento mexe com a economia local
Em 2025, torneios similares injetaram mais de R$ 15 milhões em serviços de hospedagem, alimentação, transporte de animais e apostas, e a projeção para 2026 é ultrapassar R$ 18 milhões. Somente a área coberta do haras chega a 20 mil m², com arenas duplas, baias climatizadas e espaços de aquecimento, infraestrutura que estimula investimentos em veterinária, nutrição animal e turismo rural.

Estudo do Ministério da Agricultura (2024) aponta que a cadeia do cavalo gira cerca de R$ 16 bilhões anuais no país, reflexo de eventos como o de Tietê que unem esporte, lazer e negócios e atraem famílias inteiras, como a do empresário Luca Foresto, de olho na experiência cultural tanto quanto no espetáculo esportivo.
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Crédito da imagem: Divulgação / TV TEM
