- Execução em tatame: tiros interrompem treino em Jericoacoara
- Pesquisa 2026: Lula lidera, mas perde por 1 ponto no 2º turno
- Capotamento na BR-122 deixa cinco feridos e duas em estado crítico
- Virada histórica: 13 de abril enfim vira feriado em Fortaleza
- Prefeito Antônio Martins troca PDT pelo PSB de Cid e mira Brasília
Suspeito de matar PM cai em confronto e morre com carro clonado
Orós/CE – No início da tarde do último sábado (28), uma operação do Comando Tático Rural (Cotar) da Polícia Militar terminou com a morte de Francisco Gerson Germano Martins, 27 anos, investigado por uma série de homicídios, entre eles o de um soldado do Ronda do Quarteirão em 2016. O suspeito reagiu à abordagem na Rua Miguel Paulino, bairro São José, e acabou ferido fatalmente.
- Em resumo: preso a um Gol clonado, Gerson abriu fogo, foi baleado e não resistiu; arma e veículo foram apreendidos.
Troca de tiros em plena tarde
Segundo a PMCE, o Cotar recebeu denúncia de que um homem armado circulava com um Gol prata clonado. Quando os militares tentaram a abordagem, ele disparou; o revide terminou com o suspeito socorrido, mas morto no hospital local. No carro, peritos recolheram um revólver calibre .38 com munições intactas e deflagradas.
Dados do Atlas da Violência mostram que o Ceará registrou taxa de 44,8 homicídios por 100 mil habitantes em 2022, cenário que mantém operações como a do Cotar em permanente alerta.
“Durante a abordagem, o suspeito atirou contra os policiais, que revidaram à agressão”, informou a Polícia Militar.
Histórico criminal amplia alerta na região
Natural de Baturité, Gerson já respondia por tráfico de drogas e posse ilegal de arma. Ele era apontado como um dos autores do latrocínio que vitimou o soldado Jackson Araújo durante assalto a uma van em Juazeiro do Norte, em 16 de dezembro de 2016. À época, o policial viajava para Exu (PE) visitar familiares.
Além disso, inquéritos o ligavam ao homicídio de uma idosa em Juazeiro e a ataques armados registrados em Orós, Lavras da Mangabeira e Caririaçu. A PM reforçou o patrulhamento nessas cidades após o confronto, temendo retaliações de facções.

Para especialistas, a reincidência de crimes violentos indica falhas na contenção de facções e evidencia a necessidade de expandir programas de inteligência e proteção a testemunhas, previstos na Lei nº 9.807/1999.
O que você acha? Operações como a do Cotar aumentam a sensação de segurança ou revelam falhas no sistema prisional? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / PMCE
