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Contrato vira sequestro: Gucci Mane assaltado em estúdio
Dallas, Texas – O que seria uma simples reunião para renegociar cláusulas musicais acabou virando um pesadelo para o rapper Gucci Mane. Em 10 de janeiro, ele foi mantido refém, teve joias de luxo levadas e precisou assinar papéis sob a mira de uma arma. O Departamento de Justiça dos EUA prendeu os suspeitos nesta quinta-feira (2).
- Em resumo: Pooh Shiesty exigiu a rescisão de contrato, sacou uma pistola e, horas depois, oito pessoas já figuravam como rés por sequestro e roubo.
Por dentro da armadilha contratual
De acordo com a investigação, Pooh Shiesty convocou Gucci Mane a um estúdio de gravação, levou o pai e um amigo e, no meio da discussão, exibiu o que “parecia ser uma pistola”. Sob coerção, o astro do trap assinou documentos que liberavam Shiesty da gravadora e entregou um relógio Rolex, uma bolsa Louis Vuitton e dinheiro vivo.
Segundo o Atlas da Violência 2023, casos de sequestro seguidos de roubo cresceram 8% nos Estados Unidos na última década, indicando que crimes patrimoniais têm adotado táticas cada vez mais ousadas.
“Ele puxou o que parecia ser uma pistola”, relatou a denúncia, descrevendo o momento em que Mane e a equipe foram imobilizados e amarrados.
Tornozeleira e câmeras: as provas incontestáveis
Um detalhe tecnológico encurtou o caminho dos investigadores: Shiesty usava tornozeleira eletrônica por infração anterior na Flórida. O GPS apontou exatamente o horário em que o artista esteve no estúdio, corroborando as imagens de segurança e os posts nas redes sociais.

Além de sequestro e roubo à mão armada, os oito indiciados podem enfrentar penas agravadas por uso de arma de fogo. Caso sejam condenados, a legislação federal prevê sentenças que ultrapassam 20 anos de prisão.
O que você acha? Medidas tecnológicas como tornozeleiras são suficientes para coibir crimes de celebridades? Para acompanhar outros casos internacionais, visite nossa editoria Mundo.
Crédito da imagem: Divulgação / John Amis/AP
