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Goiânia (GO) – Em meio à recente apuração do Conselho Tutelar sobre a exposição de sua filha mais velha, Virgínia Fonseca revelou nesta sexta-feira (10) que o estresse já compromete o sono e a rotina de trabalho.
- Em resumo: Influencer diz “estar dormindo mal” desde que o órgão entrou no caso.
Por que o Conselho Tutelar entrou na história
A polêmica começou quando seguidores questionaram o tempo que a pequena Maria Alice, de 2 anos, passa diante das câmeras e com celular em mãos. O barulho nas redes chegou ao Conselho Tutelar de Goiânia, responsável por averiguar possíveis excessos na exposição infantil.
Virgínia, que soma mais de 45 milhões de seguidores no Instagram, afirmou em stories que a família está colaborando com a entidade. A influencer reforçou que “nada foi feito fora da lei”, mas admitiu que a investigação tem gerado tensão dentro de casa.
“Estou cheia de afazeres, quase não durmo. Minha cabeça está a mil e isso afeta todo mundo”, lamentou a empresária de 24 anos.
Quando a falta de sono vira alerta de saúde
Segundo dados do Instituto do Sono, 65% dos brasileiros relatam piora na qualidade do descanso quando submetidos a forte carga de estresse. O próprio Ministério da Saúde reconhece que privação crônica pode desencadear depressão, ansiedade e queda de produtividade.
No universo dos influenciadores, a exposição constante multiplica esse risco. Reportagem publicada pelo Atlas da Violência revela que profissionais de conteúdo digital estão entre as categorias que mais pedem afastamento por transtornos de ansiedade desde 2021.

Próximos passos e lições para quem produz conteúdo com crianças
Especialistas em Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) lembram que qualquer remuneração envolvendo menores exige contrato específico, alvará judicial e comprovação de que a atividade não prejudica estudo ou lazer. Falhas podem gerar multa de até três salários-mínimos e suspensão de perfis.
Enquanto aguarda a conclusão do processo, Virgínia disse que reduzirá postagens com as filhas e investirá em conteúdos de empreendedorismo. A decisão pode indicar tendência entre creators que mesclam vida familiar e publicidade, setor que movimentou R$ 16,4 bilhões no Brasil em 2022, de acordo com a Febraban.
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Crédito da imagem: Divulgação





