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ARACAJU – Mesmo com guerras em cinco dos países-sede, a Federação Internacional do Esporte Universitário (Fisu) assegurou que manterá 32 campeonatos mundiais e prepara para 2027, na Coreia do Sul, um evento com 150 nações e 12 mil participantes.
- Em resumo: Fisu aposta no esporte universitário como ponte de paz e mantém calendário global completo.
Calendário cheio apesar de zonas de conflito
O vice-presidente da entidade, Luciano Cabral, explicou que torneios em regiões politicamente instáveis seguirão ativos, reunindo atletas que, muitas vezes, pertencem a lados opostos nos noticiários. A estratégia, segundo ele, atende à recomendação da Unesco, que classifica o esporte como motor de diplomacia e diálogo intercultural.
Para viabilizar as competições, a Fisu acompanha de perto alertas de segurança, negocia corredores humanitários e prevê protocolos sanitários, lições herdadas da pandemia. “Nossa mensagem é simples: rivalidade só dentro de campo”, reforçou Cabral.
“O esporte sempre foi instrumento de paz. Jovens estudantes não desejam conflito; eles querem competir e trocar conhecimento”, destacou Luciano Cabral.
Jogos de 2027 podem rivalizar com a infraestrutura olímpica
Chungcheong, na Coreia do Sul, já concluiu vila, estádios e ginásios que, de acordo com Cabral, se equiparam aos previstos para Los Angeles-2028. A expectativa é de que o evento se torne o segundo maior do mundo em participantes, ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos.

Números globais reforçam o potencial: o Instituto de Estatística da Unesco aponta que mais de 220 mil estudantes-atletas circulam anualmente em competições internacionais. Com 32 mundiais confirmados, a Fisu responde por quase um terço desse fluxo, fortalecendo redes acadêmicas e turísticas.
O que você acha? O esporte universitário realmente pode frear tensões políticas? Para mais análises, acesse nossa editoria de Esporte.
Crédito da imagem: Divulgação / Celio Júnior/CBDU





