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Bells Beach, Austrália – Na madrugada de sábado, 11 de abril, o paulista Miguel Pupo somou 14,75 pontos e derrotou o atual campeão mundial Yago Dora na final que abriu a temporada 2026 da Liga Mundial de Surfe (WSL), acendendo o alerta de favoritismo brasileiro para o restante do ano.
- Em resumo: Virada de Pupo garante primeira vitória dele em etapas da WSL e crava top-5 dominado por quatro brasileiros.
Virada definida em manobras decisivas
Yago Dora largou melhor, emplacando 6,17 e 7,73 nas duas primeiras ondas (13,90). Miguel respondeu com 7,50 e, só na quinta tentativa, encaixou um 8,10 que virou a bateria, metodologia de pontuação que soma as duas melhores notas do competidor, segundo o livro de regras da WSL.
O paranaense passou a perseguir a nota 7,03, mas não encontrou outra onda que sustentasse manobra de alto grau de dificuldade. Fechada a janela, o troféu ficou com Pupo – primeiro título dele na elite.
“Nas quartas e na semi eu já sentia que tinha linha para vencer. Na final, só pensei em achar a onda certa”, disse Miguel Pupo após sair d’água.
Tempestade Brasileira: contexto e impacto no ranking
Com quatro representantes entre os cinco melhores em Bells Beach – Miguel e Samuel Pupo, Gabriel Medina e Yago Dora – o Brasil mantém a hegemonia iniciada em 2014. De lá para cá, surfistas do país faturaram sete dos 12 títulos mundiais disputados, de acordo com dados históricos da própria WSL.

A vitória rende 10.000 pontos ao paulista, que assume a liderança provisória do ranking e fica em posição estratégica para o corte de meio de ano, regra implementada em 2023. A etapa seguinte acontece em Margaret River a partir de quinta-feira (16); já a prova brasileira em Saquarema (RJ) está marcada para 19 a 27 de junho, onde Miguel poderá competir diante da torcida.
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Crédito da imagem: Divulgação / Agência Brasil

