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domingo, abril 12, 2026

Estreia de bronze e prata histórica: Brasil brilha em Tashkent

Tashkent, Uzbequistão – A delegação brasileira encerrou a etapa de Copa do Mundo de Ginástica Rítmica neste domingo (12) com um feito duplo: o primeiro bronze individual de Geovanna Santos na fita e a prata do conjunto na série mista de arcos e maças, resultados que reposicionam o país na briga por vagas olímpicas.

  • Em resumo: Jojô sobe ao pódio pela 1ª vez e o quinteto nacional desbanca potências como Rússia, mesmo competindo sem bandeira.

Como vieram as duas medalhas

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Geovanna “Jojô” Santos alcançou 27.600 pontos na final da fita, superada apenas por Darja Varfolomeev (29.650) e Rin Chaves (27.800). É a segunda medalha individual do Brasil em Copas do Mundo, repetindo o feito de Bárbara Domingos em 2023. Segundo levantamento da Federação Internacional de Ginástica, apenas 14 países colocaram atletas no pódio da modalidade desde 2022.

Na série mista, a coreografia ao som de “Abracadabra”, de Lady Gaga, rendeu 28.100 pontos ao quinteto formado por Duda Arakaki, Nicole Pírcio, Sofia Madeira, Julia Kurunczi, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha. O grupo ficou atrás apenas da China (28.950) e à frente da Rússia (27.400), que atua sob status neutro devido à punição do COI.

“Esse resultado mostra que somos competitivas e que o trabalho de base começa a render frutos”, avaliaram as treinadoras na zona mista, comemorando o melhor desempenho brasileiro desde 2023.

Por que o resultado importa para Paris 2028

Com o bronze de Jojô e a prata do conjunto, o Brasil soma pontos valiosos no ranking mundial que define as vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2027 e, indiretamente, para Paris 2028. De acordo com o último relatório da FIG, equipes que fecham o top-8 nas etapas da Copa do Mundo têm 38% mais chance de carimbar passaporte olímpico em ciclo completo.

O país também quebra uma sequência de cinco etapas sem medalhas coletivas, sinalizando evolução após a mudança de comando técnico em 2025. No ciclo anterior, a ginástica rítmica respondeu por apenas 2% das medalhas brasileiras em grandes eventos; agora, a Confederação projeta triplicar essa participação até 2027.

O que você acha? Os resultados indicam que o Brasil pode sonhar mais alto na ginástica rítmica? Para acompanhar outras coberturas esportivas, acesse nossa editoria de Esporte.


Crédito da imagem: Divulgação

Vinicius Balbino
Vinicius Balbinohttps://c4noticias.com.br
Sou jornalista independente, dedicado a produzir informações claras, precisas e relevantes, sempre com olhar crítico e compromisso profissional com a verdade.
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