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Tashkent, Uzbequistão – A delegação brasileira encerrou a etapa de Copa do Mundo de Ginástica Rítmica neste domingo (12) com um feito duplo: o primeiro bronze individual de Geovanna Santos na fita e a prata do conjunto na série mista de arcos e maças, resultados que reposicionam o país na briga por vagas olímpicas.
- Em resumo: Jojô sobe ao pódio pela 1ª vez e o quinteto nacional desbanca potências como Rússia, mesmo competindo sem bandeira.
Como vieram as duas medalhas
Geovanna “Jojô” Santos alcançou 27.600 pontos na final da fita, superada apenas por Darja Varfolomeev (29.650) e Rin Chaves (27.800). É a segunda medalha individual do Brasil em Copas do Mundo, repetindo o feito de Bárbara Domingos em 2023. Segundo levantamento da Federação Internacional de Ginástica, apenas 14 países colocaram atletas no pódio da modalidade desde 2022.
Na série mista, a coreografia ao som de “Abracadabra”, de Lady Gaga, rendeu 28.100 pontos ao quinteto formado por Duda Arakaki, Nicole Pírcio, Sofia Madeira, Julia Kurunczi, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha. O grupo ficou atrás apenas da China (28.950) e à frente da Rússia (27.400), que atua sob status neutro devido à punição do COI.
“Esse resultado mostra que somos competitivas e que o trabalho de base começa a render frutos”, avaliaram as treinadoras na zona mista, comemorando o melhor desempenho brasileiro desde 2023.
Por que o resultado importa para Paris 2028
Com o bronze de Jojô e a prata do conjunto, o Brasil soma pontos valiosos no ranking mundial que define as vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2027 e, indiretamente, para Paris 2028. De acordo com o último relatório da FIG, equipes que fecham o top-8 nas etapas da Copa do Mundo têm 38% mais chance de carimbar passaporte olímpico em ciclo completo.

O país também quebra uma sequência de cinco etapas sem medalhas coletivas, sinalizando evolução após a mudança de comando técnico em 2025. No ciclo anterior, a ginástica rítmica respondeu por apenas 2% das medalhas brasileiras em grandes eventos; agora, a Confederação projeta triplicar essa participação até 2027.
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Crédito da imagem: Divulgação

