RIO DE JANEIRO – O palco do Domingão com Huck ganhou clima de nostalgia e surpresa no último domingo, 19, quando Eliana e Renata Ceribelli reviveram o icônico “selinho” de Hebe Camargo, arrancando aplausos da plateia e reacendendo o debate sobre o legado da apresentadora.
- Em resumo: Dupla homenageia Hebe com beijo ao vivo e lembra tradição que marcou a TV brasileira.
Por que o selinho virou manchete?
O gesto, eternizado por Hebe entre as décadas de 1980 e 2010, simbolizava carinho e irreverência em horário nobre. Ao repetir a cena, Eliana e Renata não apenas prestaram tributo, mas trouxeram a memória afetiva de milhões de telespectadores. Segundo o Memória Globo, a comunicadora protagonizou mais de 700 edições em que o “selinho” era aguardado como quadro fixo.
Luciano Huck apresentou o momento como “um brinde à rainha da televisão”, reforçando a importância histórica de Hebe para o formato de talk show no país.
O “selinho” de Hebe virou marca registrada e sinônimo de acolhimento, rompendo tabus em plena TV aberta.
O legado de Hebe e o impacto na TV
Hebe Camargo, falecida em 2012, deixou uma trajetória de mais de seis décadas no ar. Ao longo dos anos, programas que aderiram ao talk show no Brasil passaram a adotar quadros de proximidade com o público, influência direta de seu estilo coloquial e afetuoso.
Especialistas em mídia apontam que homenagens como a deste domingo ajudam a preservar a memória televisiva e a educar novas gerações sobre a evolução da comunicação. Não à toa, a Federação Nacional das Emissoras reforça que, mesmo na era do streaming, momentos “ao vivo” de forte apelo emocional continuam gerando picos de engajamento em redes sociais e buscas no Google.
O que você acha? Um gesto simples ainda tem força para homenagear grandes nomes da TV? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação