MADRID, ESPANHA – Numa sexta-feira de tensão no WTA 1000 de Madrid, a cazaque Elena Rybakina, atual número 2 do mundo, transformou um 1-3 adverso no set final em vitória por 4-6, 6-3 e 7-5, garantindo vaga na terceira rodada e mantendo a liderança da corrida anual da WTA.
- Em resumo: Rybakina sobrevive a susto; Cirstea e Ostapenko avançam em sets diretos.
Virada dramática põe foco na resistência física
O duelo contra a russa Liudmila Samsonova levou 2h34min e expôs a consistência de Rybakina, que registra média de 77% de pontos vencidos com o primeiro saque nesta temporada, segundo a estatística oficial da WTA. A cazaque, porém, precisou equilibrar potência e paciência depois de ceder o set inicial.
Na próxima fase, ela encara a campeã olímpica Zheng Qinwen, única top 10 chinesa na história do ranking. O confronto é repeteco das quartas do Australian Open, onde Rybakina triunfou.
Rybakina chegou a estar a perder por 1-3 no terceiro set, mas encontrou o seu nível a tempo para vencer por 4-6, 6-3 e 7-5.
Cirstea e Ostapenko confirmam favoritismo sem sustos
A romena Sorana Cirstea (26ª) derrotou a italiana Tyra Grant, vinda do qualifying, por 6-2 e 7-6(5). Já a letã Jelena Ostapenko, campeã de Roland Garros em 2017 e hoje 40ª, despachou a suíça Simona Waltert por 6-2 e 7-5.
Os triunfos reforçam a tendência: nas últimas cinco edições de Madrid, 62% das cabeças de chave avançaram às oitavas, de acordo com levantamento do site StatOfTennis. O piso de saibro rápido favorece sacadoras agressivas, perfil de Cirstea e Ostapenko.
No entanto, nem todas resistiram. A filipina Alexandra Eala (44ª) ganhou apenas três games diante da belga Elise Mertens (21ª) e se despediu em 58 minutos.
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