Miami (EUA) - Depois de 35 dias de silêncio nos boxes, a Fórmula 1 volta a acelerar nos Estados Unidos. O Grande Prêmio de Miami, agendado de 1º a 3 de maio, encerrará o intervalo provocado pelos cancelamentos no Oriente Médio e recolocará a temporada 2026 nos trilhos.
- Em resumo: último domingo sem F1; retomada confirmada em Miami com pequenas mudanças de regulamento.
Calendário em xeque: por que a pausa foi tão longa
A categoria não disputava uma prova desde 29 de março, quando Max Verstappen venceu no Japão. De lá pra cá, os GPs do Bahrein (12/4) e da Arábia Saudita (19/4) caíram do cronograma por causa da guerra na região, reduzindo o calendário de 24 para 22 etapas, segundo o calendário oficial da F1.
Para as equipes, o hiato significou três semanas extras de análise de dados, upgrades aerodinâmicos e correções de confiabilidade que costumariam aparecer apenas no meio da temporada.
“A etapa de Miami marca o fim desse hiato e dá continuidade à temporada”, informou a organização da categoria.
O que muda em Miami: regras, pontuação e pressão
Durante a pausa, a FIA aprovou ajustes no limite de fluxo de combustível e na altura mínima dos assoalhos, medidas que visam reduzir o efeito porpoising observado nas primeiras provas de 2026. Mudanças entram em vigor já nos treinos de sexta-feira.
Com três corridas disputadas, Verstappen lidera com 68 pontos, 12 à frente de Lando Norris. Historicamente, quem sai da quarta etapa na frente termina campeão em 62% das temporadas, de acordo com levantamento do site StatsF1.
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