Las Vegas/EUA – Ainda sob a adrenalina da virada sobre Montel Jackson no UFC Vegas 116, Raoni Barcelos usou o octógono para lançar um recado direto: ele quer enfrentar o ex-campeão Deiveson Figueiredo e, com isso, consolidar-se no top-15 do peso-galo.
- Em resumo: Vitória convincente e desafio público a um compatriota consagrado.
Por que o pedido faz sentido agora
Ao nocautear Jackson, que defendia a 14ª posição do ranking, Raoni somou a quinta vitória seguida e abriu caminho para sua estreia entre os quinze melhores. Segundo o ranking oficial divulgado pela ESPN, a divisão vive momento de transição, e um duelo entre brasileiros gera interesse comercial imediato.
O carioca reconhece que Marlon “Chito” Vera seria outro atalho rumo ao topo, mas o equatoriano vem de derrota recente e pode optar por descanso estratégico, abrindo espaço para o ex-campeão peso-mosca.
“Com toda humildade, é o nome certo e quem ganha é o público”, declarou Raoni ao UFC Brasil.
Impacto para o público e para o Brasil no Ultimate
Duelo 100 % brasileiro no peso-galo não ocorre desde a vitória de Renan Barão sobre Eduardo Dantas em 2013. O choque entre Barcelos e Deiveson reuniria estilos explosivos: volume de golpes e pressão constante do carioca contra a potência de nocaute que marcou a trajetória do paraense.
Além do atrativo esportivo, a luta reforçaria a presença nacional no evento que mais cresce em audiência no país. Dados de 2023 do Instituto apontam que o Brasil concentra 30 % do engajamento global com o UFC, atrás apenas dos Estados Unidos.
O que você acha? Vale o risco para Deiveson aceitar a estreia na nova categoria contra um compatriota em ascensão? Para mais análises de lutas, acesse nossa editoria de Esportes.
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