Las Vegas (EUA) – Depois de ser brutalmente nocauteado no UFC 327, Jiri Prochazka quebrou o silêncio e avisou que retornará ao octógono entre agosto e novembro de 2026, mirando diretamente em Paulo Borrachinha ou Magomed Ankalaev para recolocar seu nome na rota do título.
- Em resumo: Prochazka aceita enfrentar Borrachinha e já definiu a janela de retorno para o segundo semestre de 2026.
Entenda por que Borrachinha entrou no radar
O tcheco, ex-campeão dos meio-pesados, viu seu cartel abalar após a derrota para Carlos Ulberg, mas permanece no top-5 do ranking. Nos bastidores, o interesse em estatísticas oficiais do UFC passa pela ascensão meteórica de Borrachinha na mesma divisão: o brasileiro vem de dois nocautes consecutivos, o último sobre Azamat Murzakanov.
De acordo com analistas da transmissão da Band, o casamento da luta agrada porque mistura o estilo agressivo de ambos e poderia definir o próximo desafiante ao cinturão.
“Eu quero ser o melhor, então preciso derrotar qualquer um que coloquem na minha frente”, declarou Prochazka a Ariel Helwani.
O que está em jogo para cada lado
Borrachinha vive um dos períodos mais lucrativos da carreira. Só em pay-per-view, suas últimas duas lutas superaram a média de 500 mil compras, segundo estimativas da imprensa internacional. Desde junho de 2025, quando salvou o contrato ao bater Roman Kopylov, o mineiro emendou vitórias e já figura entre os atletas que mais faturam bônus de performance na franquia.
Para Prochazka, derrotar um nome em ascensão é a chance de provar que o revés no UFC 327 foi um ponto fora da curva. Históricamente, quem vence uma luta entre dois Top 5 recebe, em até três meses, a oferta direta de disputar o cinturão, conforme tendência mapeada em cards da última década.
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