Paula Badosa – Em meio a uma sequência de resultados adversos que derrubou sua posição no ranking, a espanhola encontrou um respiro de felicidade ao visitar Ons Jabeur e conhecer o filho da tunisiana, nascido no fim de abril.
- Em resumo: Carinho entre rivais vira símbolo do desafio de conciliar maternidade e alto rendimento no tênis.
Maternidade em quadra: entenda o novo cenário
O tour feminino vive uma transformação: desde 2019, a WTA adotou regras de proteção de ranking para atletas que engravidam, garantindo até três anos para uso do “ranking de retorno”. A política, que já beneficiou nomes como Serena Williams e Victoria Azarenka, agora se estende a Jabeur, que promete retomar o circuito ainda nesta temporada.
No encontro, Badosa brincou sobre o papel de “Tia Paula” e destacou o quanto a chegada do bebê renova o ambiente, mesmo em meio ao calendário exaustivo do esporte profissional.
“A melhor mãe que existe. Não podia estar mais feliz”, celebrou Badosa ao posar com Jabeur e o recém-nascido.
Queda de rendimento e busca por confiança
Fora das quatro primeiras rodadas de seis torneios consecutivos, Badosa despencou do top-10 para fora do top-80 em menos de dois anos, de acordo com dados da WTA. Lesões nas costas e na coxa limitaram sua potência, reduzindo a média de aces por partida de 5,2 para 2,9 em 2025.
Ao compartilhar o momento com Jabeur, a espanhola tenta se reenergizar antes da temporada de grama. Psicólogos esportivos apontam que interações sociais positivas aceleram a recuperação de atletas lesionados, fortalecendo a chamada “autoeficácia competitiva”.
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