Condenação de Felipe Prior: Gizelly Bicalho cobra prisão do ex-BBB

Condenação de Felipe Prior: Gizelly Bicalho cobra prisão do ex-BBB

Condenação de Felipe Prior – A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, recentemente, a sentença que condena o ex-BBB Felipe Prior a um ano de prisão em regime semiaberto por importunação sexual contra uma colega de faculdade, fato ocorrido em 2014.

Com o novo revés jurídico, a também ex-BBB e advogada criminalista Gizelly Bicalho utilizou as redes sociais para defender a prisão imediata de Prior. “Se foi condenado, que pague”, declarou a capixaba, que acompanhou de perto as denúncias apresentadas em 2020.

O que decidiu o STJ

Os ministros rejeitaram recurso da defesa que alegava falta de provas e pediam a absolvição. A decisão confirma o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo, que já havia substituído a pena privativa de liberdade por medidas restritivas, como prestação de serviços à comunidade.

Apesar da conversão da pena, Gizelly argumenta que a permanência de Prior em liberdade transmite a mensagem de impunidade, sobretudo em crimes contra a dignidade sexual.

Contexto das acusações

Além desse processo, Felipe Prior responde a outras três denúncias por estupro e tentativa de estupro, que seguem em segredo de Justiça.

Segundo o 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 74.930 casos de estupro em 2022, o equivalente a um caso a cada sete minutos. Especialistas apontam que a subnotificação pode ser ainda maior.

Reação nas redes e impacto na imagem

Figuras públicas, como Gizelly, afirmam que decisões firmes da Justiça funcionam como incentivo para que vítimas denunciem agressores. No Instagram, a ex-BBB destacou que “ninguém está acima da lei” e reforçou a importância de acolhimento às mulheres.

Por outro lado, a defesa de Felipe Prior segue sustentando sua inocência e estuda novo recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Até a publicação desta reportagem, o arquiteto não havia se manifestado publicamente sobre a manutenção da condenação.

Casos de importunação sexual passaram a ser tipificados no Código Penal em 2018. A pena prevista varia de um a cinco anos de prisão, podendo aumentar se a vítima for menor de idade ou estiver em condição de vulnerabilidade.

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Crédito da imagem: Divulgação

Vinicius Balbino

Vinicius Balbino faz parte da equipe do C4 Notícias, atuando na produção de conteúdos sobre esportes, atualidades, tecnologia, entretenimento e acontecimentos de grande repercussão. Com experiência em jornalismo digital e cobertura de notícias online, desenvolve matérias com linguagem clara, moderna e acessível para diferentes públicos. Seu trabalho acompanha diariamente os temas mais relevantes do Brasil e do mundo, levando informação rápida, confiável e atualizada aos leitores do portal.