Miami, EUA – A quarta etapa da temporada 2026 da Fórmula 1 começou de forma eletrizante nesta sexta-feira (1), com o Treino Livre no Circuito Internacional de Miami revelando ajustes cruciais de última hora para as dez equipes do grid.
- Em resumo: sessão de 60 minutos evidenciou degradação de pneus e obrigou mudança de estratégia.
Pneus viram vilões no asfalto abrasivo
Logo nas primeiras voltas os pilotos relataram aderência irregular no setor central do traçado de 5,41 km, composto por 19 curvas e duas retas longas. De acordo com a Formula 1, a temperatura da pista ultrapassou 48 °C, provocando bolhas nos compostos médios.
Equipes que apostaram em stint prolongado, como Ferrari e McLaren, encerraram o TL com desgaste acima de 0,15 mm por volta, número considerado alto pela Pirelli.
“O objetivo é entender o consumo de borracha antes da classificação; qualquer erro de leitura custa posições preciosas”, destacou a transmissão oficial da F1.
Contexto: por que Miami importa tanto em 2026?
Além de ser o único GP disputado em um circuito montado no complexo do Hard Rock Stadium, Miami movimentou mais de US$ 350 milhões na edição anterior, segundo levantamento da prefeitura local. A corrida também reforça a consolidação do mercado norte-americano na categoria, que já conta com Las Vegas e Austin no calendário.
Para os torcedores brasileiros, o horário de largada às 16h (GMT-3) no domingo facilita a audiência doméstica, que, segundo o Ibope, cresceu 12% em 2025 quando as provas foram exibidas no fim de tarde.
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