Cascavel/PR – O Autódromo Zilmar Beux viu, na tarde de 1º de maio, um treino livre da NASCAR Brasil decidido em detalhes microscópicos: Gabriel Casagrande cravou 1min09s735 e puxou um pelotão de dez carros condensado em menos de um segundo, prenunciando sábado de emoções fortes.
- Em resumo: Top-10 entrou no mesmo segundo; classificação sai às 13h50 deste sábado.
Casagrande ditou o ritmo, mas ninguém sobrou
O piloto da Vogel superou Arthur Gama, da Cavaleiro Sports, por exatos 0s301. Denis Navarro, companheiro de Gama, veio logo atrás, enquanto Alfredinho Ibiapina, Nicolas Costa e Ricardo Maurício completaram a fila compacta. A lacuna diminuta reforça uma tendência da categoria, cujos carros utilizam motores V8 padronizados e peso semelhante, o que nivela o duelo na pista. De acordo com dados da Anfavea, a padronização de componentes se tornou prática comum em campeonatos de turismo para redução de custos e fomento à competitividade.
O segundo treino livre acontece às 10h25, antecedendo a tomada de tempos. A partir das 18h00, a corrida 1 fecha o dia sob o pôr do sol paranaense.
Apenas 0s893 separaram o líder do décimo colocado, sinalizando que cada centésimo será crucial na briga pela pole.
Por que a etapa de Cascavel importa tanto?
Com 3,058 km de extensão e curvas de alta, o traçado é conhecido por exigir acerto aerodinâmico preciso. Quem larga na frente costuma defender posição com dificuldade, pois o vácuo nas retas mantém o pelotão agrupado. Na temporada passada, três das quatro corridas em Cascavel foram decididas na última volta.
Além disso, a prova marca a segunda etapa de 2026, momento em que as equipes ainda testam atualizações – qualquer ponto somado agora pode ser decisivo no playoff final. Como não há lastro de sucesso, todos partem em igualdade, elevando a imprevisibilidade e a relevância estratégica dos treinos.
O que você acha? A vantagem mínima vista no TL1 será mantida na classificação? Para mais cobertura da categoria, acesse nossa editoria de Esporte.
Crédito da imagem: Divulgação