Miami, EUA - A Fórmula 1 acelera nesta sexta-feira (1) com a Qualificação Sprint do GP de Miami 2026, marcada para as 17h30 (horário de Brasília, UTC-3), abrindo a quarta etapa do campeonato e valendo pontos decisivos logo no início do fim de semana.
- Em resumo: sessão define o grid da corrida curta e distribui até 8 pontos extras em apenas 30 minutos.
Como funciona o treino que vale pontos e posições
O formato Sprint entrou no calendário em 2021 e, desde 2023, premia os oito primeiros colocados (8 a 1 ponto). Nesta temporada, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) manteve o regulamento: três fases eliminatórias (SQ1, SQ2 e SQ3), cada uma com pneus obrigatórios diferentes. Quem liderar o cronômetro larga na pole da prova curta de sábado e ainda soma 8 pontos, vantagem crucial num campeonato em que as margens têm ficado cada vez menores, segundo dados da FIA/F1.
No traçado de 5,4 km que serpenteia o Hard Rock Stadium, a temperatura do asfalto costuma ultrapassar 45 °C no fim da tarde, o que torna o gerenciamento de pneus e a escolha de asas de médio downforce aspectos chave.
“A Sprint esquenta o público e pode virar o campeonato de cabeça para baixo em meia hora”, avaliou o diretor de prova da F1 na última temporada.
Por que ficar de olho na classificação em Miami
A edição 2024 do GP de Miami teve 68 ultrapassagens só na Sprint, recorde em pistas de rua no calendário. Com motores de última geração e uma reta principal de 1,3 km, espera-se que o DRS seja acionado por mais de 20 vezes por carro, ampliando o risco de toques e punições que impactam também a corrida principal de domingo.
Além disso, quem pontuar nesta sexta-feira pode dar um salto significativo: em 2025, o campeão fechou a temporada com apenas 5 pontos de vantagem – diferença inferior aos 8 ofertados hoje.
O que você acha? A Sprint deve permanecer no calendário ou voltar ao formato tradicional? Para mais análises da categoria, acesse nossa editoria especializada.
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