GP de Miami — A FIA disparou o alerta de “risco de chuva” para a etapa norte-americana, sinalizando que a largada poderá ser antecipada diante da forte previsão de tempestades.
- Em resumo: Probabilidade acima de 40% faz a direção estudar mudança imediata no horário da corrida.
Tempestades no radar forçam plano B
A legislação dos Estados Unidos exige a interrupção de qualquer evento ao ar livre quando raios são detectados em um raio de cerca de 13 km. Isso obriga a Fórmula 1 a suspender a prova e só retomá-la após 30 minutos sem novas descargas, protocolo que pode se repetir indefinidamente. Essa regra, combinada com a previsão meteorológica, levou a entidade máxima a acionar o alerta, previsto no regulamento disponível no site oficial da FIA.
Pelo livro de regras, a condição de “risco de chuva” deve ser confirmada até duas horas antes da atividade e vale até o encerramento da sessão. Se a previsão continuar acima de 40%, a direção de prova tem poder para alterar o cronograma a qualquer momento.
“O diretor de prova, Rui Marques, formalizou o alerta às 13h17 no horário local, mais de duas horas antes do início da classificação.”
Histórico recente acende sinal de alerta
Em edições passadas, a chuva já atrasou atividades no circuito de Miami, afetando treinos e aumentando a preocupação com segurança. Com o padrão climático repetindo-se, equipes e pilotos mantêm-se de prontidão para uma eventual mudança repentina de estratégia, principalmente na escolha de pneus e acerto de carro.
Uma eventual largada antecipada exigirá decisões rápidas dos times nos boxes e dos fãs nas arquibancadas, reforçando o caráter imprevisível de uma prova marcada por glamur, mas também por desafios climáticos.
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