Gabriel Bortoleto — O piloto brasileiro viveu um sábado, 2 de maio, para esquecer na classificação do GP de Miami de Fórmula 1, conseguindo apenas uma volta rápida antes de ver o freio traseiro esquerdo pegar fogo e garantindo a 22ª posição no grid.
- Em resumo: uma falha pré-sessão atrasou a Audi, houve só uma tentativa no Q1 e o carro ainda incendiou o freio.
Sprint anulada amplia o drama do fim de semana
A maré já era adversa desde mais cedo. Depois de terminar em 11º na corrida Sprint, Bortoleto foi desclassificado por irregularidade técnica, complicando a pontuação e a confiança. Chegar à sessão de classificação pressionado e com o cronômetro correndo contra se mostrou fatal.
A equipe colocou o carro na pista nos instantes finais do Q1, o que significou pista mais carregada e menos aderência. De acordo com o calendário oficial da Fórmula 1, o traçado urbano exige precisão máxima, algo distante de quem teve de resolver problemas às pressas.
"A gente teve um problema antes da sessão que colocou a gente completamente fora da classificação. Eu tive uma volta no final ali, mas mesmo assim foi tudo muito corrido, colocamos o carro na pista e foi sem fazer muita medida", relatou à SporTV.
Falha nos freios sela a última posição
No único giro lançado, o desempenho já estava comprometido quando o freio esquerdo entrou em combustão nos metros finais. O incidente reforça a instabilidade que a Audi carrega para a prova deste domingo, onde Bortoleto largará da última fila.
Apesar do revés, o brasileiro terá a missão de minimizar danos e, quem sabe, aproveitar eventuais Safety Cars para escalar o pelotão — algo raro, mas não impossível em Miami, palco de surpresas recentes na categoria.
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