Marta Kostyuk — A ucraniana encerrou um histórico negativo na capital espanhola ao derrotar Mirra Andreeva por 6-3 e 7-5 na final do Mutua Madrid Open 2026, garantindo o primeiro troféu WTA 1000 da vida profissional.
- Em resumo: título inédito vale salto direto ao 15.º posto do ranking mundial.
Quebra de tabu na Caja Mágica
Até esta campanha, Kostyuk somava eliminações precoces no saibro madrilenho. O roteiro mudou quando a tenista de 23 anos imprimiu agressividade desde a estreia e culminou na vitória sobre a promissora russa. De acordo com análise da ESPN Brasil, o domínio com o serviço foi decisivo, especialmente nos pontos de pressão.
O triunfo não só encerra a sequência de frustrações em Madrid como também reposiciona a jogadora no cenário de favoritos da gira europeia de terra batida.
“Ganhar aqui é incrível. Sempre tive um registo muito mau neste torneio, por isso é muito especial. Queria sobretudo desfrutar do jogo, e ganhar foi um extra”.
Efeito imediato no ranking e na confiança
Com o troféu, Kostyuk salta para a 15.ª colocação da WTA, o ponto mais alto que já alcançou. O feito reforça a ascensão iniciada quando a atleta se libertou do peso dos resultados obtidos ainda na adolescência.
Apesar da euforia, ela evita projetar metas para Roland Garros e prioriza a manutenção da saúde física. O discurso cauteloso indica que o foco permanece no processo e não apenas nos próximos grandes palcos.
O que você acha? Kostyuk chega a Paris como candidata a surpresa ou ainda precisa provar mais? Para acompanhar mais análises do circuito, acesse nossa editoria de esportes.
Crédito da imagem: Divulgação