George Russell — O britânico terminou apenas em quinto na classificação do GP de Miami 2026 e reconheceu que o traçado floridiano segue sendo seu “calcanhar de Aquiles”.
- Em resumo: volta decisiva escapou na última curva e Kimi Antonelli levou outra pole pela Mercedes.
Asfalto quente vira vilão do britânico
Russell admitiu que o piso de baixa aderência, combinado às altas temperaturas, comprometeu sua pilotagem suave. Em pistas semelhantes – Brasil e Zandvoort foram citadas – o cenário costuma se repetir, um alerta já conhecido pela Mercedes. De acordo com o site oficial da Fórmula 1, o circuito urbano de Miami é um dos mais escorregadios do calendário atual, o que amplifica pequenos erros.
A diferença interna ganhou holofotes porque Antonelli, companheiro de equipe, cravou mais uma pole, reforçando a ascensão do jovem italiano e a necessidade de resposta imediata de Russell.
“Cometi um erro na última curva da última volta. Eu estava cerca de três décimos mais rápido”, afirmou o britânico, visivelmente frustrado.
Estratégia vira aposta para recuperar terreno
Mesmo sem esconder a decepção, Russell vê margem para reagir durante a corrida, citando um ritmo de prova mais sólido e a possibilidade de mudanças climáticas que podem embaralhar estratégias.
O chefe Toto Wolff comparou a situação a esportistas que rendem melhor em pisos específicos – uma metáfora que evidencia como a equipe tenta transformar limitações pontuais em aprendizado de longo prazo.
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